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Me relaciono com uma mulher casada e não sei o que fazer

2020.08.16 17:32 DarwinRusso15 Me relaciono com uma mulher casada e não sei o que fazer

Em maio de 2019, numa tarde de quinta feira, estava em um grupo para adultos no WhatsApp, quando me deparei com uma foto extremamente sensual de um nu de uma mulher que chamarei de Jessica. Logo procurei puxar conversa com ela, pois seu corpo era perfeito e, oras, estavamos num grupo para encontros liberais, e não havia nada demais em conhecer aquela mulher maravilhosa. Jessica respondeu a uma mensagem que coloquei em seu chat privado e começamos a conversar. Ela era educada, meiga e diferente do estereótipo que eu imaginava pelas três fotos que havia colocado no grupo do app. Enfim, naquele dia conversamos até tarde da noite e nas semanas que seguiram começamos a nos falar por telefone, com conversas que chegavam a durar horas ao telefone... Jessica me confessou que era casada, mas que estava em um relacionamento de 20 anos em que era praticamente invisível para seu marido. Ela confessou que eles ainda transavam de três a quatro vezes por semana, mas que se sentia mal e inclusive que, algumas vezes após o término do ato, se trancava no banheiro para chorar. Sentia sua tristeza e procurei ser o mais gentil e sincero possível com ela.... Enfim, três semanas depois nos conhecemos num encontro que posso classificar como mágico, fomos a um motel e o sexo foi maravilhoso, com carinho e cumplicidade... Ao sair de lá, ainda permanecemos por mais de três horas nos beijando, rindo e conversando... E assim foi, começamos a nos encontrar de uma a duas vezes por semana, nos falávamos todos os dias até tarde da noite, por msg, já que seu marido se encontrava em casa... Em agosto de 2019, já falávamos que nos amávamos e ela dizia que se sentia mais minha do que seu próprio marido... Confessou que suas transas em casa diminuiram significativamente, já que só conseguia pensar no sexo entre nós dois... Ela entrou na faculdade em agosto de 2019, no auge de seus 45 anos e mesmo assim, eu ia bos intervalos de suas aulas apenas para estar com ela... Saímos em sábados alternados e passávamos o dia todo juntos... Em dezembro de 2019, falávamos em morar juntos... Ah Deus, como eu a amava e ainda amo... Em janeiro viajamos juntos, escondidos e me senti quase como seu marido... Foi lindo... Entretanto, quando a pandemia começou, ela saiu de seu emprego e a faculdade começou a ficar online... Ela já não era mais a mesma... Conversávamos por msg e algumas vezes, apenas minutos uma vez ao dia... Me senti abandonado... Atualmente, ainda dizemos que nos amamos, mas quando falamos de ficar juntos, ela pede para eu ter paciência, que a hora vai chegar. Ela diz que me ama e que eu tenho que compreendê-la, nos falamos algumas vezes ao dia durante a semana, mas aos finais de semana ela quase não liga o celular... Amo essa mulher, mas acredito que ela não esta disposta a deixar um relacionamento de 20 anos por minha causa, apesar dela dizer que sou o homem dos sonhos dela... Ela fala que eu tenho que ter paciência, mas como uma pessoa que diz ter um relacionamento abusivo e sabe disso tem medo de sair de casa... Ela me diz que não transa com o marido desde dezembro do ano passado, mas havia confessado que seu marido gosta demais de sexo... E como que um relacionamento assim se sustenta, sendo que não sou ingênuo a ponto de achar que nada aconteceu... Ela já me contou nestes últimos tempos que pegou várias vezes seu marido em conversas com outras mulheres, mas diz que "esta guardando para o momento certo"... Enfim, me sinto perdido... Não consigo me envolver com outra mulher, mas me sinto manipulado, um estepe de uma mulher casada e não sei se devo continuar com esse relacionamento ou simplesmente sofrer e seguir minha vida...
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2020.07.17 04:50 clathereum2 Contardo Calligaris, "Cartas a um jovem terapeuta", cap. IV, 2007

"Caro amigo,
Você me perguntou: 'O que faço, se me apaixono por uma paciente?'. E lhe respondi laconicamente: 'Será que é uma questão urgente?'. Você replicou: 'Desde o começo de minha formação, pratico (só de vez em quando, não se preocupe) um devaneio em que curo milagrosamente uma moça emudecida por sua loucura e, lógico, nos amamos para sempre.' Depois disso, decidi levar sua pergunta a sério.
Talvez você se lembre de que, na minha primeira carta, falei um pouco da admiração, do respeito, e, em geral, dos sentimentos que destinamos às pessoas a quem pedimos algum tipo de cura para nossos males.
Comentei que era bom que fosse assim, pois esses afetos facilitam o trabalho de um terapeuta. E acrescentei que isso é especialmente verdadeiro no caso da psicoterapia, com a exceção de que, neste caso, espera-se que o encantamento se resolva, acabe um dia. Sem isso, a psicoterapia condenaria o paciente a uma eterna dependência afetiva.
Repare que, às vezes, sentimentos negativos, como o ódio, permitem e facilitam o trabalho psicoterápico, tanto quanto o amor. Mas é certo que o amor é a forma mais comum dos sentimentos cuja presença assegura o começo de uma psicoterapia. Ou seja, é muito frequente que um/uma paciente se apaixone por seu terapeuta.
A psicanálise deu a essa paixão um nome específico: amor de transferência. O termo sugere que o afeto, por mais que seja genuíno, sincero e, às vezes, brutal, teria sido “transferido”, transplantado. Ele se endereçaria ao terapeuta por procuração, enquanto seu verdadeiro alvo estaria alhures, na vida ou na lembrança do paciente. Você já deve ter ouvido mil vezes: o amor de transferência, grande ou pequeno, é a mola da cura.
Primeiro, ele possibilita que a cura continue apesar dos trancos e dos barrancos. Segundo, ele permite ao paciente viver ou reviver, na relação com o terapeuta, a gama de afetos e paixões que são ou foram também dominantes em sua vida; essa nova vivência, aliás, é a ocasião de modificar os rumos e o desfecho dos padrões afetivos que, geralmente, assolam uma vida, repetindo-se até o enjôo. Terceiro, ele pode, às vezes, ser o argumento de uma chantagem benéfica: o paciente pode largar seu sofrimento por amor ao terapeuta, para lhe oferecer um sucesso, para ganhar seu sorriso, para fazê-lo feliz. Esse terceiro caso apresenta alguns inconvenientes óbvios: o paciente que melhorar por amor a seu terapeuta nunca se afastará dele, pois parar de amar seria para ele largara razão pela qual se curou, ou seja, voltar a sofrer como antes ou mais ainda.
Você deve também ter ouvido mil vezes que um/uma terapeuta não pode e não deve aproveitar-se do amor do paciente ou da paciente. Você pode ter carinho e simpatia por seu/sua paciente, mas transformar a relação terapêutica em relação amorosa e sexual é mais do que desaconselhado.
Por quê?
Nota: para simplificar, no que segue, falarei do terapeuta no masculino e da paciente no feminino. Mas o mesmo vale seja qual for o sexo do terapeuta e seja qual for o sexo do paciente, incluindo os casos em que esse sexo é o mesmo.
Um argumento que é usado tradicionalmente para justificar essa interdição é o seguinte: o afeto que uma paciente pode sentir por seu terapeuta é fruto de uma espécie de quiproquó. O terapeuta não é quem a paciente imagina. A situação leva a paciente a supor que seu terapeuta detenha o segredo ou algum segredo de sua vida e que, graças a esse saber, ele poderá entendê-la, transformá-la e fazê-la feliz. Ou seja, a paciente idealiza o terapeuta, e quem idealiza acaba se apaixonando.
Conclusão: o apaixonamento da paciente é um equívoco. E não é bom construir uma relação amorosa e sexual sobre um equívoco. Se paciente e terapeuta se juntarem, a coisa, mais cedo ou mais tarde, produzirá, no mínimo, uma decepção e, frequentemente, uma catástrofe emocional, pois a decepção virá de um lugar que pode ter sido idealizado além da conta.
Esse argumento, na verdade, vale pouco. Explico por quê: a paixão de transferência é, de fato, igual a qualquer outra paixão. Em outras palavras, os amores da vida são fundados num qüiproquó tanto quanto os amores terapêuticos. Quando nos apaixonamos por alguém, a coisa funciona assim: nós lhe atribuímos qualidades, dons e aptidões que ele ou ela, eventualmente, não têm; em suma, idealizamos nosso objeto de amor. E não é por generosidade; é porque queremos e esperamos ser amados por alguém cujo amor por nós valeria como lisonja. Ou seja, idealizamos nosso objeto de amor para verificar que somos amáveis aos olhos de nossos próprios ideais.
Então, se o amor de transferência não é muito diferente de qualquer amor, será que está liberado? Pois é, não está liberado: há outros argumentos contra, e são de peso; eles não se situam do lado do paciente (cujo amor é bem parecido com um amor verdadeiro), estão do lado do terapeuta.
Por que um terapeuta toparia a proposta amorosa de uma paciente? Por que ele se declararia disponível e proporia um amor quase irrecusável a uma paciente já seduzida pela situação terapêutica? Há três possibilidades.
1) A primeira é perfeitamente explicada no auto-de-fé do ex-presidente Clinton, quando, em suas memórias recentemente publicadas, ele narra e tenta entender seu famoso envolvimento com uma estagiária da Casa Branca, Monica Lewinski. Com notável honestidade e capacidade analítica, Clinton não justifica seus atos pelo transporte da paixão, mas declara que ele se deixou seduzir ou (tanto faz) que ele seduziu Lewinski simplesmente 'porque podia'. Ele acrescenta (admiravelmente) que, de todas as razões possíveis, essa é a pior, a mais condenável.
'Transar porque pode' não significa só transar porque é fácil, porque o outro é acessível. Significa transar pelo prazer de poder. É como se a gente gostasse de bater em enfermo porque isso dá a sensação de ser forte.
O consultório do terapeuta tomado por essa fantasia se transforma num templo (ou num quarto de motel), em que as pacientes são chamadas a participar de ritos que celebram a potência do senhor.
Esse abuso dos corpos produz estragos dolorosos, porque ele se vale de uma oferta generosa de amor: “Posto que você me ama, ajoelhe-se”. É uma situação próxima à ‘ do abuso de uma criança, quando os adultos que ela ama e em quem confia se revelam sedentos de demonstrar sua autoridade pelas vias de fato, na cama ou a tapas.
Invariavelmente, o terapeuta deslumbrado pela descoberta de que ele 'pode' agir do mesmo modo com as pacientes com quem ele transa e com aquelas com quem ele não transa. A fantasia de abuso invade todo seu trabalho terapêutico, ou seja, ele não analisa nem aconselha, ele dirige e manda, pois ele goza de e com seu poder.
2) Mas há terapeutas, você me dirá, que se apaixonam mesmo por uma paciente e até casam. Concordo. Aliás, essa é a segunda possibilidade.
O curioso é que, em regra, os analistas que se apaixonam pelas pacientes que os amam são recidivistas. Eles se casam com várias pacientes, uma atrás da outra. Um psicanalista famoso, de tanto casar com pacientes, ganhou o apelido 'Divã, o Terrível'.
Conheço as desculpas: a gente trabalha duro e não tem tempo para sair na noite, onde a gente encontraria uma companheira? Afinal, não é banal que as pessoas encontrem suas metades no ambiente de trabalho? Além disso, o terapeuta se apaixona por alguém que ele conhece (ou imagina conhecer) muito bem; essa não é uma garantia da qualidade de seus sentimentos? Pode ser. Mas resta uma dúvida, que se torna quase certeza à vista da repetição.
Esses psicoterapeutas ou psicanalistas que se juntam com verdadeiras séries de pacientes devem ser tão cativos da situação terapêutica quanto suas pacientes. Explico. A paciente se apaixona porque tudo a leva a idealizar seu terapeuta. O terapeuta deveria saber que é útil que seja assim, mas também deveria saber que, de fato, sua modesta pessoa não é o remédio milagroso e definitivo que curará os males de sua paciente. Ora, é provavelmente disto que ele se esquece. O terapeuta, seduzido pela idealização de sua pessoa, como o corvo da fábula, acredita no que diz o amor de sua paciente, ou seja, acredita ser a panaceia que tornará sua paciente feliz para sempre.
Generoso? Ingênuo? Nada disso, apenas vítima, por exemplo, de uma obstinada esperança de voltar a ser o neném que, por um mítico instante, no passado, teria feito sua mãe absurdamente feliz.
A série continua porque a decepção é garantida. O terapeuta (como homem e companheiro) não é uma panaceia (ninguém é). A paciente com quem ele se casou, uma vez feita essa descoberta trivial, manifestará sua insatisfação e, com isso, fará a infelicidade do nené caprichoso com quem casou. Pronto, acaba o casamento. Entretanto, como disse, a esperança do terapeuta é obstinada; não é fácil desistir do projeto de ser aquela coisa que traz ao outro uma satisfação absoluta. Por que não tentar outra vez?
Os terapeutas recebem regularmente, em seus consultórios, os cacos desses dois tipos de desastres: o das abusadas e o das casadas e abandonadas por não se terem mostrado perfeitamente satisfeitas. São cacos difíceis de serem recolados. A decepção amorosa da paciente é violenta: afinal, ela foi enganada por um objeto de amor ao qual atribuía poderes e saberes quase mágicos.
O pior desserviço desses desastres é que, de fato, eles impedem que as vítimas encontrem a ajuda da qual precisam. Frequentemente, ao tentar uma nova terapia, elas não param de esperar que se engate uma nova relação erótica (pois lhes foi ensinado, por assim dizer, que a cura virá de um amor correspondido com seu terapeuta). Outra eventualidade é que elas nunca mais consigam estabelecer a confiança necessária para que um novo tratamento se torne possível.
3) Existe uma terceira possibilidade para os amores terapêuticos. É possível que se apaixone por sua paciente um terapeuta que não queira apenas gozar de seu poder e que não seja aflito pela síndrome de fazer a 'mamma' feliz. E é possível que uma paciente se apaixone por seu terapeuta sem acreditar que ele seja o remédio a todos os seus males.
Afinal, não é impensável que dois sujeitos, que tenham algumas boas razões de gostarem um do outro, se encontrem num consultório. Todos sabemos que um verdadeiro encontro é muito raro, e é compreensível que um terapeuta não faça prova da abnegação profissional necessária para deixar passar a ocasião. Mas, convenhamos, se esse tipo de encontro é tão raro, é difícil acreditar que possa repetir-se em série... Como diz o provérbio, errar é humano, perseverar é diabólico. Ou seja, pode acontecer uma vez numa vida. A partir de duas, a série é suficiente para provar que o terapeuta está precisando de terapia.
Abç."
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2020.07.16 16:52 fobygrassman HAPPN PARA CASADOS

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O QUE É A GERAÇÃO "HAPPN"? Devido a aplicativos como o Happn e outros, as mulheres são mais promíscuas do que nunca.
Antes do Happn, apenas um dos meus amigos usava qualquer site de namoro. Ela só saiu em 3 encontros ao longo de 2 anos. Mas desde que Happn, todas as minhas amigas têm um perfil e o estão usando ativamente! Graças à Happn, as mulheres agora estão confortáveis ​​e com experiência em namoro online e abertas a conhecer homens online. O namoro on-line agora é a maneira número 1 pelas mulheres encontrar homens para encontros.
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A "GERAÇÃO HAPPN" É AGORA A FAIXA ETÁRIA DOS RECÉM-CASADOS. As mulheres que usaram o Happn entre 20 e 30 anos de idade estão casadas há anos e “o período da lua de mel está acabado. Eles estão ficando insatisfeitos e querem um caso. Muitos de meus amigos que usaram o Happn estão agora, casados, noivos ou em relacionamentos de longo prazo; Adeus Happn diversão e Olá compromissos de longo prazo.
ELES SÃO NOSTÁLGICOS POR SUA JUVENTUDE SEXY Agora sou um dos meus únicos amigos que ainda são solteiros e posso honestamente admitir que meus amigos casados ​​(especialmente aqueles que estão casados ​​há muito tempo) sempre me dizem como tenho sorte e o quanto eles sentem falta da diversão de encontros on-line. Happn para casados
A LUA DE MEL ACABOU Depois de um tempo casado, o sexo e a paixão desaparecem. Todos os meus amigos dizem que sentem falta da validação e do entusiasmo que têm de combinar caras atraentes. O Happn não é mais uma opção Todos os meus amigos casados ​​dizem que adorariam usar os aplicativos de namoro novamente. No entanto, se o fizessem, seus maridos descobririam muito rapidamente. A Happn e outras aplicações usam o facebook para gerar seu perfil. Happn mostra amigos em comum, seu nome, idade. Sites como ashley madisn estão vendo um grande aumento de usuários e um grande aumento de mulheres. Os aplicativos de conexão Happn e similares se tornaram um campo de treinamento para mulheres. Eles são treinados na arte do sexo casual e do namoro on-line e procuram ter encontros infiéis agora!
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2020.03.28 13:28 takushy Como se desculpar com você mesmo?

Olá, sou homem de 22 anos de idade namoro a 3 anos e meu namorado tem 23 anos. Na escola sempre fui muito extrovertido e feliz. Era popular pela alegria que contagiava a todos, lá conheci meu atual namorado que para proteger sua identidade vamos chamalô de Matheus. Tivemos um belo começo de relacionamento mesmo ele parecendo ser um pouco ciumento. Ele sempre queria que eu estivesse com ele e parasse de andar com meus amigos. Assim eu fazia pq eu não tinha muitos tabus contra isso na época e me dava bem com praticamento todo mundo. O tempo foi passando começamos a morar juntos e por conta de sua possessividade eu tive que literalmente abandonar todos o smeus amigos de infância, de escola, de Facebook. Tudo. Sempre achei estranho ele ser tão rigoroso quanto isso e no Facebook dele crescer mais e mais o número de amigos. Tudo bem, como eu disse, eu não cresci com muitos tabus, o único que eu repetia para mim desde a minha infância era de que eu nunca iria trair a pessoa com quem eu iria me casar. Os dias passaram, comecei a trabalhar e o relacionamento estava indo de mal. Já cheguei a apanhar em casa, desenvolvi crises que nunca pensei em ter, e ele feliz com a vida dele. Sempre me sacrifico muito pelas pessoas, sempre quero que elas tenham o melhor porém nessa época comecei a me trinar egoísta pelo o egoísmo dele. Eu não sabia a senha do celular dele e ele fazia questão de saber a do meu. Eu sabia que não estava nada bem. Um dia o celular dele quebrou, levei a assistência e consertei para ele. Quando peguei o celular no papel do laudo do celular tinha a senha do celular. E aí a história começa. Entrei no celular, e só de lembrar já tá me dando gatilho. Eu vi todas as conversar dele com inúmeros homens perguntando por que ele não foi ao encontro, dele marcando encontros com caras na praia cuja qual ela acabara de chegar de viagem com a família ( não fui pq estava trabalhando). Nudes do primo dele. Enfim. Fiquei triste entrei em mais uma crise de Pânico tive que ir pra casa com o meu gerente. Pegamos minhas coisas e levamos para casa. A vida seguiu, ele voltou atrás de mim e acabei cedendo mais uma vez. Eu gosto dele. Não queria perder isso tudo. Reatamos. Todos os dias que eu pegava o metro para ir para casa eu esbarrava com um menino bonitinho que vamos chamalô de ítalo. Ele me encarava o metrô inteiro e eu sem graça olhava de voltava, os dois ficavam sem graça e começavam a rir. Até o dia que ele sentou em um banco eu fui caminhando até a direção dele, ele ficou paralisado me olhando, quando cheguei na frente dele sentei no banco de trás. Ele ficou sem entender nada. Ele ficava se torcendo todo pra olha pra mim. Daí eu dei um chutezinho no pé dele, ele riu e perguntou se minha estação era longe, e era uma das últimas, e eu falei que era casada. Ali acabou com ele, ele me pediu desculpas e ele já iria descer. Disse que estava tudo bem e assim acabou. A gente começou a desenvolver uma amizade de ônibus, e tal estava indo tudo bem até eu começar a me sentir muito atraído por ele, e ele por mim também. Descobri que o Matheus conversava com ele, e queria ficar com ele. Fiquei arrasado mas guardei. Dias depois terminei com o Matheus e disse que não iria para casa, ia pra casa de uma antiga amiga que ele fez eu brigar. Quando cheguei na estação já era tarde não esperava encontar o Italo lá e encontrei. Conversei com ele e ele me chamou para ir dormir na casa dele. Fiquei "como assim mano não pq eu faria isso cara. É errado". Italo também era casado e o marido dele não estaria em casa no dia o que era uma coisa muito rara. Depois de muito insistir ele acabou me convencendo e eu fui. Aconteceu o que tinha que acontecer lá... Sabe né... Mas meu coração doía por causa do Matheus. Quando falei que eu não ia para casa ele surtou. Rasgou minhas roupas. Esfaqueou as próprias pernas. eu chorei mas não voltei. No fim reparei com Matheus e Italo seguiu com o marido dele. Mas eu nunca soube se o Matheus realmente me traiu. Nunca. Hoje estamos juntos somos felizes ele parece ter acalmado quanto aos caras mas mesmo assim ainda sou muito inseguro por tudo que já passei. Não consigo me perdoar por ter feito isso, porque meu pai traia minha mãe e eu via o sofrimento dela. E acho que não me perdoo pq eu gostei do que fiz. Enfim obg por deixar eu desabafar
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2020.01.20 03:58 altovaliriano Arya Stark

Mais uma vez o “sábado de personagens” deslocado para o domingo. E mesmo assim atrasa...
Hoje, Arya Stark é a personagem da semana.
Arya é literalmente a filha do meio de Catelyn e Eddard. A terceira de cinco. A segunda do sexo feminino. Mas é a única criança de Catelyn que se parece com uma Stark. Esta constatação, isoladamente, já revela como Arya se diferencia de seus irmãos.
Porém, o caso de Arya vai mais além. Ela herdou o espírito selvagem da família de Eddard, sendo especialmente parecida com sua falecida tia Lyanna. Talvez por isso que Ned tenha tanta tolerância com Arya e seus ímpetos aventureiros e inclinações marciais. De todo modo, Ned não poderia alegar desconhecer que sua filha não aceita exercer os papéis que são relegados às mulheres nos Sete Reinos:
– E eu posso ser conselheira do rei, construir castelos ou me tornar Alta Septã?
– Você – disse Ned, dando-lhe um suave beijo na testa – casará com um rei e governará seu castelo, e seus filhos serão cavaleiros, príncipes e senhores e, sim, talvez mesmo um Alto Septão.
Arya fez uma careta.
– Não – ela protestou –, esta é a Sansa – dobrou a perna direita e voltou aos exercícios deequilíbrio. Ned suspirou e a deixou ali.
(AGOT, Eddard V)
A natureza diferenciada de Arya, porém, tem seus custos. E o principal custo é sua convivência com sua irmã Sansa. Martin chegou a declarar (vide seção abaixo) que Arya foi criada primeiro, mas que a personagem estava muito bem relacionada com os demais irmãos. Assim, ele sentiu que era necessário criar Sansa para atazana-la.
De fato, o papel de Sansa e Jeyne Poole é apenas o de ridicularizar Arya e fazer com que ela frequentemente sentisse que não tinha competência para desempenhar os papéis que eram esperados dela como mulher. Ao longo dos livros, estes sentimentos parecem não se alterar. De modo que fica cada vez mais evidente que o afeto que as irmãs nutrem uma pela outra é, no máximo, distante:
Sansa era educada demais para sorrir da desgraça da irmã, mas havia o sorriso afetado de Jeyne no seu lugar. (AGOT, Arya I)
Arya saíra ao senhor seu pai. Os cabelos eram de um castanho sem brilho, e o rosto, longo e solene. Jeyne costumava chamá-la Arya Cara de Cavalo, e relinchava sempre que ela se aproximava. (AGOT, Arya I)
Sansa sonhara em ter uma irmã como Margaery; bela e gentil, com todas as graças do mundo às suas ordens. Arya havia sido completamente insatisfatória no que tocava a ser irmã. (ASOS, Sansa II)
A Agulha era Robb, Bran e Rickon, a mãe e o pai, até Sansa. (AFFC, Arya II)
Dentre seus irmãos, Arya somente desfruta de um relacionamento próximo com seu “meio-irmão” Jon Snow. Não é coincidência que Jon seja outra pessoa por quem Sansa nutre um afeto distante. Arya e Jon dividem algumas características. Ambos não se adaptam bem à atual dinâmica familiar de Winterfell e são os parentes de Eddard que mais se assemelham a ele. Estas peculiaridades provavelmente foram as responsáveis por unir Jon e Arya.
Entretanto, muitos leitores enxergam mais do que isso. Há durante toda a saga diversos momentos em que os “meio-irmãos” pensam um no outro em contextos que sugerem inclinações românticas, ainda que platônicas.
GRRM afirma (vide seção abaixo) que tais indícios eram fortes no primeiro livro, quando ainda existia a idéia de tornar Jon e Arya um par romântico, mas que isso foi sumindo dos livros ao longo da saga. Tudo não poderia ser algum tipo de complexo fraterno.
Entretanto, não é o que se verifica nos livros seguintes. A última vez que Arya e Jon se viram foi no começo de A Guerra dos Tronos, mas eles ainda estão pensando carinhosamente um no outro mesmo nos mais recentes volumes da série:
Ygritte trotou para o lado de Jon enquanto este reduzia o passo do garrano. Ela dizia ser três anos mais velha do que ele, embora fosse quinze centímetros mais baixa; qualquer que fosse a sua idade, a garota era uma coisinha rija. Cobra das Pedras chamara-a de “esposa de lança” quando a tinham capturado no Passo dos Guinchos. Não era casada e sua arma favorita era um pequeno arco curvado feito de chifre e represeiro, mas “esposa de lança” ajustava-se a ela mesmo assim. Lembrava a Jon um pouco sua irmã, Arya*, embora esta fosse mais nova e provavelmente mais magra. Era difícil dizer se Ygritte era magra ou gorda, comtodas as*peles que usava.
(ASOS, Jon II)
Ela nunca se incomodara em ser bonita, mesmo quando era a estúpida Arya Stark. Apenas seu pai já lhe chamara daquilo. Ele, e Jon Snow, algumas vezes*. Sua mãe costumava dizer que ela poderia ser bonita se lavasse e escovasse o cabelo e tomasse mais cuidado com suas roupas, do jeito que a irmã fazia. Para a irmã, as amigas dela e todo o resto, ela fora apenas Ary a Cara de Cavalo. Mas estavam todos mortos agora, até mesmo Arya, todos menos seu meio-irmão Jon. Algumas noites, ela ouvia falarem dele nas tavernas e bordéis do Porto do Trapeiro. O Bastardo Negro da Muralha, os homens o chamavam.* Nem mesmo Jon teria reconhecido a Cega Beth, aposto. Aquilo a deixava triste*.*
(ADWD, A Garota Cega)
Em todo caso, qualquer que seja, foi este sentimento que moveu Jon Snow a abandonar seus votos e desertar a Patrulha. Assim, é algo que move Jon em direção à Arya e o leva a aceita-la da forma que ela é.
Tal qual Eddard, Jon não desdenha da aptidões de Arya. Ele foi, em verdade, o primeiro patrocinador delas, antes mesmo do pai. Ao presentar a “irmã” com Agulha, Jon semeou o terreno para que Eddard oferecesse a Arya um treinamento de dançarina da água. É notório que Eddard estava tentando desviar Arya de ambições maiores (como a cavalaria, por exemplo), mas a história de Agulha e o treinamento com a Syrio Forel forem responsáveis por plantar prenúncios frutíferos na história.
O primeiro foi tornar Braavos uma cidade com a qual Arya tinha uma ligeira familiaridade. Assim, quando ela tivesse que ir para lá, não parecesse um total tiro no escuro. A segunda é a frase que Jon Snow diz antes mesmo de presentar a irmã:
Quanto mais tempo ficar escondida, mais severa a penitência. Costurará durante todo o inverno. Quando chegar o degelo da primavera, encontrarão seu corpo ainda com uma agulha bem presa entre os dedos congelados.
(AGOT, Arya I)
Muitos leitores veem nesta frase um prenuncio de que Arya poderia morrer durante a Batalha pela Alvorada. Assim, caso se corpo fosse encontrado com a espada Agulha presa às suas mãos, saberíamos que as palavras inocente de Jon se provaram proféticas. Até mesmo poderia servir para que o corpo de Arya fosse identificado mesmo se ela estivesse com um rosto diferente.
Outro fato de nota que ocorreu a Arya antes de partir para Porto Real e todas as aventuras que se seguiram daí foi a adoção da loba gigante Nymeria. Ainda que soe natural que Arya daria um nome de uma mulher ousada para sua loba, a referência dornesa parece de alguma forma distante demais da realidade nortenha para que não haja algum significado nesta escolha... ou talvez seja apenas um detalhe de construção de mundo.
Qualquer que seja o caso, Nymeria e Arya foram separadas com pouco tempo de criação e adestramento. Este tempo,entretanto, foi suficiente para que o dom como troca-peles de Arya fosse despertado. O fato de que Nymeria conseguiu sobreviver ao ser forçada a fugir foi determinante para o desenvolvimento à distância das aptidões de Arya.
Plantadas estas idéias no leitor, Martin segue até o final de A Guerra dos Tronos fazendo com que Arya passe por horas de treinamento, ocasionalmente usando-a como espectadora de eventos inusitados, como o encontro entre Illyrio e Varys no subsolo da Fortaleza Vermelha. Um fato curioso deste encontro é que Arya observa bem a fisionomia de Illyrio, mas não a de Varys (que está disfarçado). Dessa forma, uma amiga me questionou se isso não seria um indício de que Arya poderia ter que acabar recusando uma missão da Casa do Preto e do Branco para matar Illyrio no futuro, pois o “conhece”. É uma questão a se pensar...
De toda forma, Arya presencia em mais vivacidade o massacre dos homens Stark no momento da prisão de seu pai, assim como está presente quando ele tem sua cabeça cortada. A fuga da Fortaleza Vermelha, inclusive, a provoca a matar uma pessoa pela primeira vez na vida: um cavalariço de sua idade que poderia denunciá-la.
Quando Yoren a extrai de Porto Real para leva-la ao Norte, Arya começa a ter que sobreviver em meio ao luto. Assim como Sansa, Arya é deixada em circunstância hostis. Durante os A Fúria dos Reis, ambas as garotas suportam muitos abusos e humilhações, mas ao menos Sansa pôde contar com relativo conforto. Da parte de Arya, ainda que ela desde pequena se sinta à vontade em meio à plebe, a jornada se prova particularmente árdua. Especialmente porque Arya se vê pela primeira vez vivendo sobre uma nova identidade.
Após a morte de Yoren, não demora para que o grupo de órfãos vire presa de Gregor Clegane e seu bando. Conforme se passam no cárcere, Arya começa a bolar sua famosa lista, com todas as pessoas que ela julga responsável por trazer sofrimento a ela e àqueles ao seu redor. O que é curioso é que, apesar de listar o Rei Joffrey entre os albos, a garota de 9 anos não tenha o discernimento de que sua lista somente mira em capangas e fantoches, mas esquece de vilões de verdade, como Tywin Lannister.
Essa falta de discernimento se repete quando Arya está em Harrenhal e Jaqen a oferece 3 mortes em troca das vidas que ela salvou do incêndio. Novamente, a garota Stark se limita a indicar nomes sem importância. Quando surge a ideia de nomear Tywin Lannister, sentimentos nacionalistas a fazem burlar a barganha de Jaqen para convencê-lo a ajudá-la na libertação dos prisioneiros nortenhos e dos homens Frey. Portanto, Arya não demonstra não empregar seu potencial assassino para grandes causas, atendo-se a pequenas vinganças e revanches.
Ainda assim, Jaqen entrega a Arya a moeda de ferro que mais tarde a levaria a Braavos para o treinamento junto aos homens sem rosto. O que causa curiosidade seria o motivo pelo qual Jaqen selecionou a menina. O perfil dela não combina com o da seita, como vemos ao longo de Festim dos Corvos e Dança dos Dragões. Sem falar que ele a presenciou fazendo uma barganha contra o próprio Jaqen.
Fora de Harrenhal, Arya acaba novamente sendo feita prisioneira alguns dias depois de partir. Mas dessa vez, é reconhecida e fica permanentemente na expectativa de ser levada a sua mãe, não importa se vendida ou simplesmente entregue. Mas o objetivo da viagem que Martin a impõe é conhecer os efeitos da guerra sobre as Terras Fluviais, sob o ponto de vista dos camponeses.
Antes que essa jornada termine, porém, duas coisas ocorrem: Arya é raptada por alguém em sua lista (Sandor Clegane) e Roose Bolton informa que encontrou Arya e vai enviá-la ao Norte.
Como GRRM gosta de lembrar as semelhanças entre Arya e Lyanna, não há como não enxergar em seu rapto ecos do rapto de sua tia por Rhaegar Targaryen. Talvez haja aqui algum paralelismo que estamos deixando de enxergar. Mas as distinções são bem claras. Sandor estava levando Arya de volta pra casa, enquanto Rhaegar estava levando Lyanna para longe do Norte. Um detalhe incidental nesta questão é que Sandor “morre” à beira do Tridente tal qual Rhaegar (ainda que este tenha morrido no vau rubi, local que Arya e Sandor evitaram).
Quanto ao segundo evento, a farsa de Jeyne Poole como a falsa Arya permitiria que a verdadeira se tornasse, de fato, ninguém. A intenção, claro, era fechar uma ponta para resgatar a história dali a 5 anos, quando Jeyne Poole já estivesse estabelecida como Arya. Neste futuro que nunca aconteceu, Arya haveria florescido, o que era a intenção de Martin. Ele sempre cita como as histórias dos adultos não tinha tempo para esperar que “Arya chegasse a puberdade”.
De fato, como Arya é comparada com Lyanna diversas vezes, seria de se esperar que a puberdade lhe avivasse a beleza selvagem e que já a víssemos em Braavos em estado avançado de seu treinamento. Se sabe que o primeiro capítulo de Arya em Os Ventos do Inverno foi escrito antes de Martin abandonar o salto de 5 anos, portanto, as circunstâncias que ela parece que vai viver agora aos 11 anos seriam aquelas que, originalmente, se pensava que ela viveria ao 16 anos (aproximadamente a mesma idade que Lyanna tinha quando morreu).
Porém, o caminho seguido em O Festim dos Corvos e A Dança dos Dragões foi acompanhar o treinamento de Arya desde o começo. Muitos leitores acusam estes capítulos de serem encheção de linguiça, mas eu os entendo apenas como lentos. Há 3 linhas mestras acontecendo neles: 1) modificações na política de Braavos, 2) conflitos internos da própria Arya não querendo abandonar sua herança Stark, 3) revelação de segredos da Casa do Preto e do Branco.
Caso o salto temporal houvesse ocorrido, eu imagino que os 2 primeiros itens poderiam ser contados facilmente via flashbacks, sem necessidade de presenciarmos as sementes serem plantadas (que é o que Martin parece ter feito ao longo de Festim e Dança). Porém, o terceiro item me parece ser o cerne dos capítulos de Arya, como ou sem salto temporal.
Era de se esperar que os sacerdotes não fiquem contando segredos a acólitos tão novos como Arya. Mas o Homem Gentil parece estar estranhamente aberto a instruir uma aprendiz com menos de 1 ano de Casa sobre a história da seita e lhe permitir fazer missões com rostos novos. E Arya não está se provando ser digna dessa confiança.
Bem, na série da HBO, a Casa do Preto e do Branco tentou eliminar Arya, mas ela simplesmente se mostrou superior ninguém sabe como. Em A Dança dos Dragões, Arya demonstrou estar um passo à frente do Homem Gentil entrando na pele de um gato de rua que a seguiu até o templo. Com este truque ela conseguiu descobrir que era o sacerdote quem a surrou quando estava cega.
Muitos leitores especulam que esta habilidade sobrenatural seria uma vantagem que Arya usaria para trapacear nos treinamentos, haja vista que não é uma habilidade pela qual Homens Sem Rosto são famosos. Daí, afirmam esses leitores, quando a convivência na Casa do Preto e do Branco se tornar insustentável e um Homem Sem Rosto for enviado para eliminar a discípula rebelde, os poderes de troca-pele são o diferencial que faria com que Arya sobrevivesse ao ataque do assassino e pudesse escapar de Braavos para Westeros.
O retorno de Arya a Westeros é outra icógnita. Atualmente não sabemos de motivos que a tirariam de Essos. Alguns apontam a morte de Jon Snow como o combustível. Mas eu costumo argumentar que Arya matou o cantor Dareon simplesmente por ele ser um desertor, como Jon. Outros acreditam que Arya saberá sobre o próprio casamento com Ramsay e virá a Westeros para desfazer a farsa. E, por fim, há aqueles que dizem que ela simplesmente voltará para matar Freys, Boltons e o restante de sua lista.
Porém, há um grande consenso que esta volta implicará em um encontro com sua mãe, agora na forma de Senhora Coração de Pedra. Alguns acreditam que este encontro será chocante o suficiente para mudar a cabeça de Arya com relação ao seu desejo de vingança. Outros acreditam que a confluência de objetivos só tornará tudo duplamente letal.
Bem, qualquer quer seja o desfecho da história, ainda não foi publicado. Nos resta especular.

Declarações de GRRM sobre Arya

PERGUNTAS

  1. Jon e Arya têm inclinações românticas reais (ainda que platônicas) um pelo outro? Ou é apenas Freud em ação?
  2. A frase de Jon sobre Arya ser encontrada congelada com agulha na mão é um presságio de que ela morrerá na batalha da alvorada?
  3. O fato de ter nomeado sua loba como Nymeria, revela que Arya teria alguma propensão para viajar a Dorne nos próximos livros?
  4. Os poderes de troca-pele de Arya são alguma forma de trapaça para o treinamento dos Homens Sem Rosto?
  5. O rapto de Arya por Sandor ecoa de alguma forma o rapto de Lyanna por Rhaegar?
  6. Você acha que os capítulos de Arya em Braavos estão mais para encheção de linguiça ou escalada de tensão?
  7. Que diferença você acha que o abandonado “salto temporal de 5 anos” faria na história de Arya pós-A Tormenta de Espadas?
  8. Você acredita que os poderes de troca-peles de Arya a farão uma assassina particularmente perigosa entre os Homens Sem Rosto?
  9. O que você acha que vai levar Arya de volta a Westeros?
  10. Você acredita que Arya se encontrará novamente com seus irmãos, Jeyne Poole ou Senhora Coração de Pedra? Caso positivo, que tipo de reação você espera que ela tenha nestes encontros?
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2020.01.03 06:49 Doomguy1234 Hoje eu dei uma chance ao amor...

Eu nunca namorei. Tenho 18 anos e nunca namorei. Já tive um total de duas quedas por outras garotas.
Uma delas nasceu em 2018. Foi um tempo depois de ter criado uma página no instagram só pra lançar interpretações de letras de músicas que eu gostava sem que me enchessem o saco. Do nada, uma garota desconhecida, não ligada a música começa a me seguir. Eu fico curioso e mando uma DM pra ela. Conversa vai, conversa vem; os dias passam e ela oferece o WhatsApp para continuarmos conversando regularmente. Encontramos um no outro uma amizade inesperada. Somos ambos de cidades diferentes, nunca nos vimos pessoalmente e ainda assim conversávamos bastante! Eu começo a sentir algo a mais por ela, mas eu acabo sufocando esse sentimento pelo medo que tive de um primeiro relacionamento, ainda mais à longa distância. Eventualmente paramos de nos falar, especialmente depois que entrei na faculdade ano passado. Atualmente ela namora, e eu estou muito feliz por ela, especialmente porque ela se despediu decentemente de mim e nunca me manipulou ou algo assim.
Por falar em faculdade, minha segunda queda também aconteceu à distância. Os vets colocaram todos os bixos num grupo. A gente tava conversando de boa sobre montar banda, o que esperávamos dos cursos, enfim. Quando uma garota me chama para conversar no privado. Lembro como se fosse hoje: “você parece ser um cara legal”. Aquilo fez o meu dia! A gente foi conversando, fez uma aposta (que eu perdi) no duolingo e tudo parecia bem com a gente. Mas daí a faculdade chegou batendo né kkkkkk... Ela era de outro curso, e nossos intervalos muito raramente batiam. As lições acabaram me convencendo a passar a maioria do meu tempo focado somente nos estudos e a gente parou de se falar. Uns tempos depois ela também começou a namorar. Àquela altura, eu estava me sentindo um lixo de pessoa. Eu não conseguia fazer amigos na sala ou na faculdade como um tudo, passava o dia, essencialmente, sozinho. Até mesmo em casa, já que eu não gosto de ficar muito no pé da minha mãe, enfermeira de uma UPA de periferia. Além disso, Engenharia Mecânica MUITO FODA de lição. Puta que o pariu. Foi nesse começo de ano que fiz meu primeiro desabafo aqui e deixei isso virar um hábito por uns 4 meses.
Pula pra novembro. Eu já tinha alguns amigos com quem eu sempre jogo Can-Can nos intervalos mas nunca passou muito disso. Eu já havia desistido de me apaixonar, pelo menos até me ajeitar e cuidar de mim mesmo. Não suporto ser fardo para outra pessoa, ainda mais emocional. Vasculhando o NeedAFriend , eu encontrei um servidor no Discord que prometia ser um refúgio para quem se sente sozinho. E eu, que não consigo socializar quase nada comprei a ideia. Se fosse ruim era só cair fora e obedecer o Coronel Fábio (Esquece essa merda aí porra). Entrei. Honestamente não era assim tão melhor no começo. Mas daí em um dos canais do servidor, voltado para uma atividade contagem (Isso mesmo, vai do 1,2,3,4, até o infinito e além) eu conheci alguém...
Ficamos contando centenas de números que nem um bando de retardados, mas pelo menos nos divertimos kkkkkkkkkkkkk. Não parecia muito de uma interação na hora, mas era a primeira coisa que fiz com alguém lá. Tempos depois fomos nos falando cada vez mais nas conversas de grupo. E mais. E mais. E mais...
Há alguns dias estávamos zoando com o bot do servidor e ela ficou curiosa a respeito de um comando de casamento. Ela se perguntou com quem ela iria testar (estávamos em 3 naquela hora) e eu me ofereci. Não havia nada melhor pra fazer, então que se dane. Ali nos “casamos”. Daí eu me divorciei para ver como era kkkkkkkk. No entanto a gente acabou gostando da ideia de ter mais um casal midiático no servidor e “casamos” de novo. A partir daí, as coisas foram crescendo entre a gente. Começamos a conversar por horas nas DMs. A fazer muitas piadas sobre casais. Até ontem...
Há um canal de flertes no servidor e ela estava de zoeira com outra garota que dizia que não havia com quem flertar. Ela disse “flerte comigo então” e eu mandei abaixo “Mas você não é casada? /s”. Um tempo depois ela me perguntou se eu queria que ela flertasse comigo e eu respondi... “Sim /s”. Nós flertamos com aquelas cantadas de pedreiro. Ela me disse que eu flertava bem melhor que ela. Eu disse que talvez devesse usar os flertes no meu primeiro encontro. Ela disse “Você se casou comigo e nunca tivemos um encontro”. Naquela hora eu comecei a pensar milhões de coisas. Eu realmente estava sentindo algo por aquela garota, mas o medo de manter um relacionamento à distância estava gritando dentro de mim.
Eu não sei da onde arranquei forças para perguntar: “você está pedindo para sair comigo?”
Ela responde: “Não sei. Você quer que eu peça?”
Ali, BEM ALI, eu me senti muito nervoso. Muito medo pesando o peito, muita vergonha de receber uma pergunta daquelas e eu não sabia se ela sentia o mínimo do que eu havia cultivado por ela. Num momento de muita adrenalina eu disse: “Honestamente? Sim”
Nos revelamos tensos e envergonhados um pelo outro, ambos surpresos e perplexos com nossas respostas. Resultado: ela me chamou para o tal “encontro”. Ele aconteceu mais ou menos das 23:40 até 1:50 de hoje.
Sabe o que é louco nisso tudo? Ela é das Filipinas! Eu me fechei a duas garotas do estado de São Paulo, mas escolhi me abrir a uma das Filipinas...
Antes de ela pedir que eu fosse dormir (nós temos essa coisa de querermos dormir não muito tarde para evitar complicações kkk), eu me abri totalmente para ela. Já era óbvio que havia algo entre nós, mas eu resolvi tirar o que eu sentia por ela do meu peito. Escrevi um baita textão me declarando após o “encontro”. Ela também se declarou pra mim: “só saiba que é uma coisa mútua entre a gente”. Eu só não saí gritando e pulando de alegria porque estou dividindo o quarto com outras três pessoas hoje kkkkkkkkkkk. Mas eu me senti extremamente aliviado de finalmente dar uma chance ao amor!
Uma garota das Filipinas e um garoto que estava quase sem esperanças para o amor. Quem diria que assim seria o meu primeiro relacionamento! Pode parecer coisa de nerd, relacionamento via Discord, mas foda-se. Eu não sei ao certo porque vim aqui desabafar (deve ser porque não me abro pessoalmente a ninguém) mas foda-se! Eu sei que hoje eu durmo feliz porque sei que alguém diferente me ama pelo que sou...
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2019.09.30 20:47 MundodaAvaliacoes como puxar assunto com uma mulher

Se você quer saber como puxar assunto com uma mulher e é tímido, esqueça este passado.
A seguir, você verá as melhores ideias para iniciar um assunto com qualquer garota, seja na rua, na escola, trabalho etc.
Por isso, confira agora mesmo a primeira dica e como ela funciona na prática!

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Fonte: https://doceconquista.com.b
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2019.09.01 14:12 MundodaAvaliacoes Metodo para Iniciar uma Conversa Sem se Ignorado! INFALÍVEL!

Nem todos temos a mesma facilidade, Algumas pessoas não sabem como iniciar uma conversa, e muitas vezes, deixamos escapar a oportunidade de conhecer alguém incrível ou de nos aproximar dela.
O que fazer neste caso?
Veremos a seguir as melhores dicas para que você aprenda como puxar assunto, independentemente da situação e oportunidade que você tem. Sendo assim, confira agora mesmo!
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2019.06.06 20:14 Amanda3exceler DETETIVE PARTICULAR E OS CASOS EXTRACONJUGAIS

O detetive particular se tornou uma ferramenta imprescindível para a descoberta de casos extraconjugais, principalmente em um país como o Brasil, onde o número de traições crescem a cada ano. De acordo com uma investigação do site Ashley Madison, especializado em encontro de pessoas casadas e que desejam encontros casuais, o Brasil é responsável por 138 inscrições diárias no portal. Pesquisa nacional de 2016 demonstrou que mais de 70% dos homens e 56% das mulheres participantes assumiram ter tido um caso de traição. Nestes casos, o uso do detetive particular é fundamental para elucidação dos casos que envolvam a perda da confiança e o relacionamento extraconjugal, seja por meio do homem e da mulher. Como sua atuação pode primordial? Explicaremos neste post.

O TRABALHO DO DETETIVE PARTICULAR EM CASOS EXTRACONJUGAIS

Por sua linha de trabalho e ser regulado em lei, a investigação particular deve ser apenas para realizar coleta de provas e documentos dentro das normas legais para comprovar os casos de traição. Os meios utilizados podem ser os mais diversos, definidos pelo próprio profissional e informados ao cliente que recebe um relatório de todos dos passos do investigado, conforme combinado em contrato previamente assinado entre as partes. Caso possua indícios que comprovem a desconfiança de uma relação extraconjugal, os mesmos devem ser entregues ao investigador para que possa iniciar os procedimentos rapidamente. Em casos mais extremos, o detetive pode ajudar em uma investigação policial com anuência do cliente e do delegado que preside o inquérito. É importante frisar que a sua participação em inquéritos policiais não pode ser feita a bel prazer do contratante, mas em casos que envolvam crimes passionais.

Saiba mais em: https://www.elitedetetives.com.b
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2019.05.24 20:13 Dantdor Solitário demais

Bom, sempre foi assim, na escola, na faculdade, sempre fui muito sozinho. Tenho alguns "amigos", mas parece que se importam ou falam comigo apenas quando precisam de algo. Tenho uma melhor amiga que considero muito, conheci no antigo trabalho e as vezes almoçamos juntos, mas mesmo assim sinto que ela não me conta tudo ou não faria a mesma coisa que faria por ela, sei lá, desabafo bastante pra ela também. Minha autoestima está lá embaixo, Tenho 25 anos e nunca namorei, consegui um encontro meses atrás no tinder e perdi o BV, mas foi só isso mesmo, a menina não quis mais saber de mim.

O meu ciclo social é muito pequeno, tenho vontade de sair e me divertir e não tem ninguém com quem convidar (minha melhor amiga é casada). Balada? umas 3 até hoje. Não estou parado, faço uma pós a distância e estou fazendo academia, logo começarei em um curso de inglês também. Sou feliz no trabalho e tenho pais maravilhosos que se importam muito comigo. Eu estou infeliz no lado social.

Vejo muitas pessoas que são bem mais novas que eu e já namoram há tempo e são populares com todo mundo. Eu apenas estou existindo, não estou vivendo. Acho que não sou uma pessoa interessante e nem com conteúdo. Comecei a assinar o netflix para ver se assisto series para ter mais conteúdo e frequentar mais as redes sociais que não utilizava muito para ver se consigo me enturmar mais, mas está complicado mesmo assim.

O tempo está passando muito rápido e não estou aproveitando nada dessa vida, daqui a pouco estou com 30 anos do mesmo jeito que hoje. Isso é uma versão resumida, tenho vontade de chorar muito por tudo isso.
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2019.05.05 07:10 1307adandy Olá, eu sinto que preciso muito de amigos.

Passei muito tempo da minha vida focando o meu querer a uma só pessoa. Era o único amigo que eu tinha e todas as outras pessoas legais que eu conheci foi por causa dele. Todas elas eram amigos dele e não meus. Eu não conseguia fazer outras amizades, porque sempre as comparava com esse único amigo e as outras pessoas nunca eram como ele. Depois de 10 anos de amizade, estava lá eu: dependente, depressiva, ansiosa, vivendo uma vida através de outra pessoa. Até que ele deu um basta. Por várias vezes eu tentei fazer novas amizades, parei de comparar as pessoas e tentei genuinamente me enturmar, mas eu nunca consegui. Ele odiava ser meu único amigo, porque ele sentia que tinha uma responsabilidade sobre mim que não era pra ele ter. Depois muitos acontecimentos, o basta final veio. Ele me pediu pra sair da vida dele, com todos os votos de que eu encontrasse meu caminho, conhecesse outras pessoas e fosse feliz. Ele achava que eu nunca ia ser feliz perto dele, porque nossa relação não era saudável, ele nunca conseguiria responder o afeto que tinha por ele e eu não iria conseguir não ser emocionante dependente.
Ele levou pra fora da minha vida todas as pessoas que eu considerava legais. Todas as oportunidades de conhecer e fazer coisas legais. Ele e os amigos dele, são muito unidos, viajam juntos, saem juntos. E não estou falando de baladas ou bebedeiras, eles realmente saem pra ter uma tarde na casa de um deles jogando jogos de tabuleiro ou pra conhecer restaurantes novos e ter conversas sobre a faculdade, sobre coisas pop, sobre a vida. Cada um deles sempre tinha algo a acrescentar, algo interessante pra compartilhar. Eu meio que ficava ali antes, assistindo isso, rindo junto, mas sem realmente fazer parte. Mas eu amava a atmosfera, amava os ambientes, e todas as brincadeiras e amava como as pessoas eram livres e receptivas.
Isso acabou.
Faz 10 meses que não nos vemos.
Eu faço faculdade a distância. Moro em uma cidade metropolitana e eles na capital. No fim, as únicas pessoas com quem converso são as do trabalho. Essas pessoas são ótimas, mas todas são mais velhas, casadas, com suas famílias pra se preocupar, suas fofocas para por em dia e boletos pra pagar. Eu gosto delas, com elas eu também tento fazer parte, ao mesmo tempo em que tento relevar as mentes fechadas, retrógradas e preconceituosas. Vez ou outra me vem o pensamento de que em outras situações, uma pessoa normal, que tem poder de escolha não consideraria essas pessoas como amigos, simplesmente porque são muito diferentes, não por serem piores ou melhores, mas por não estarem inseridas na mesma realidade. Mas eu não sou uma pessoa normal, e essas são as pessoas que tenho. Eu converso todos os dias com todas elas. Sobre trabalho.
Acordo, vou trabalhar, falo com essas pessoas sobre trabalho, volto, fico em casa vendo vídeos no YouTube, ou estalkeando o Harry Styles, ou ouvindo música (e isso é a parte mais excitante do meu dia) vou dormir, acordo, vejo essas pessoas de novo. E tudo se repete.
Converso sobre outras coisas com elas também, mas não me sinto eu mesma.
Quando estou em casa fico na inércia, às vezes sinto que o tempo que não estou trabalhando é inexistente. Alguns dias eu fico deitada por tanto tempo no escuro, que quando eu vejo acabei de chegar do trabalho e já estou voltando. A única pessoa que existe sou eu, a que trabalha.
Eu moro sozinha. Saí da casa dos meus pais, porque eu não tenho psicológico pra lidar com agressor, traficante, ex-presidiário, que é filho da minha mãe e que ela insiste em proteger. Então eu saí pra ver se eu melhorava da minha depressão.
Melhorei, eu acho.
Pelo menos não escuto mais as brigas.
Por todos aqueles anos em que fui amiga daquele amigo, também passei trancada no meu quarto, justamente por isso: ficar longe das brigas. Mais uma vez, era com ele em que sentia que as coisas eram boas e não como eram na minha casa.
Não posso mais ficar pensando nisso. Não posso ficar presa nessa saudade. Não posso ficar presa na minha casa, que vai bagunçado cada vez mais, porque muitas vezes eu não tenho forças pra pentear meu cabelo, que dirá arrumar.
Eu quero muito conhecer pessoas novas, gostar delas de verdade, me importar com elas, ouvir suas histórias e rir de novo.
Isso sempre foi difícil pra mim, as pessoas tinham sempre a tendência a se afastarem de mim. Eu sempre fui meio estranha.
E eu não sei o que fazer, não sei por onde começar. Eu já pensei em sair sozinha pra capital, onde tem gente, ficar andando pelas ruas. Como se fosse encontrar um novo grande amigo dessa forma. Mas aí penso no quão estranho isso seria.
Daí não saio por não ter amigos, e não tenho amigos porque ninguém vai aparecer na minha porta dizendo que quer ser um.
Muitas vezes, o pior é que não encontro motivação pra nada vida. E sempre acho que se tivesse alguém que eu conhecesse e gostasse, talvez eu tivesse.
Enfim, falei muito, mas o que estou realmente tentando fazer é não me sentir tão só.
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2018.02.16 14:35 LenhadorDaFloresta [R&C] 20 questões

Gente, aqui tem umas perguntas que ajudam a definir quem é o personagem. Não é obrigatório, mas é legal pelo menos pensar nelas.
-1. Qual é o gênero do personagem? Masculino ou feminino "padrão"? Transgênero? Indeterminado? Como eles se apresentam ao mundo? Muitas questões relacionadas ao género têm sido discutidas nos Anos 2070, mas os indivíduos ainda têm opiniões e preconceitos – e suas próprias maneiras de expressar-se.
-2. Qual é o tamanho físico do personagem? Ele é tem uma constituição padrão para seu sexo e metatipo, ou ele é um anão alto e magro, ou baixinho para um troll?
-3. Qual é a cor dos cabelos, olhos e pele do personagem? Sua coloração é particularmente impressionante, ou tão na média que ela mistura facilmente em multidões? Lembre-se, com cyberware, cirurgia e cosméticos, seu personagem pode ter praticamente qualquer coloração que você quer que ela quiser ter. Lembre-se também de que a maioria do racismo no mundo Shadowrun é centrado em torno de seu metatipo em vez de etnia.
-4. Qual é a aparência geral do personagem? As primeiras impressões importam. É É costumeiramente bagunçado ou vestido impecavelmente? Onde ela é mais desleixada? Ela faz desleixo? Ela gosta de fazer uma entrada triunfal quando entra em um recinto? É linda de morrer, feio de furar os olhos ou algo no meio?
-5. Onde o personagem nasceu? Ele foi criado um rico boyzinho de corp, ou ele cresceu órfão nas ruas lutando por cada refeição? Sua infância passada em um megasprawl ou em um
Cenário natural como as terras NAN ou Tir Tairngire?
-6. Qual é a idade do personagem? Um personagem muito jovem terá uma perspectiva diferente do mundo do que um mais velho. Da mesma forma, um Ork, com sua vida curta, irá ver as coisas de forma diferente de um elfo com uma expectativa muito longa. Quais os eventos importantes do Sexto Mundo seu personagem lembra? Ela estava envolvida em algum deles?
-7. Como era a família do personagem? Infância de um personagem forma o que ele é hoje. Ele tinha irmãos? Em caso afirmativo, ele mantém em contato com eles? Ele conhecia seus pais? Ele cresceu em um grupo grande e bem unido, ou era um órfão sem ninguém de confiança para cuidar dele? Ele tem segredos de família?
-8. O personagem começou sua própria família? Ela é casada, tem o parceria, é separada? Viúva? Ela tem filhos? E se seu personagem é do sexo masculino, ele tem filhos que não conhece sobre? (Mesmo se você não pensa assim, seu GM pode pensar de outra forma!)
-9. Onde ou como o personagem foi educado? Ela teve sua educação na Escola da Vida? Ela tem um curso superior de uma universidade respeitada? Ela foi criada no sistema educacional corporativo, ou aprendeu suas habilidades de um mentor?
-10. O personagem fez alguma outra coisa para ganhar a vida? O que ele fez antes de correr nas sombras? Ele era um profissional, um estudante, um membro de gange, uma engrenagem corporativa, ou algo mais exótico? Por que ele desistiu e se tornou um shadowrunner?
-11. Quais são as crenças políticas e religiosas do personagem? As duas grandes coisas que você nunca quer discutir em um encontro amigável são política e religião. Seu personagem tem fortes crenças em qualquer coisa? Ele é religioso? Ateu? Anti-religião? Como essas crenças são importantes para definir o caráter?
-12. Qual é o código moral do personagem? O personagem se recusa matar? Ele tem algum tipo de ética sexual? Sua moralidade tem grande influência em suas ações, ou ele é um hedonista amoral cujas ações mudam dependendo da situação? E se alguma coisa pudesse forçá-lo a quebrar uma de suas regras morais? Como ele reagiria?
-13. O personagem tem algum objetivo? Todo mundo quer algo. Seu personagem quer dinheiro? Fama? A grande jogada que vai permitir que ele se aposente no anonimato? Segurança para seus amigos e família? Vingança? Que tipo de esforço ela está disposta a fazer para atingir esses objetivos?
-14. Por que o personagem corre nas sombras? Ele está fazendo isso porque ele quer, ou ele foi forçado a isso? Será que ele fazê-lo pela emoção, dinheiro, ou porque odeia os poderes instituídos quer fazer sua pequena parte para derrubá-los? O que o faria parar de correr nas sombras?
-15. Qual é a personalidade do personagem? Ele é introvertido ou extrovertido? Ele é engraçado, mal-humorado, afetado, ou simplesmente estranho? Ela tem habilidades sociais, ou é desconfortável em relação a outras pessoas? Ele é opinativo, descontraído ou totalmente apático? Como os outros tendem a vê-la?
-16. Que qualidades especiais possui o personagem? Nem todas qualidades estão diretamente relacionada à vida nas sombras. Ele desenha bem? Ele tem uma afinação vocal perfeita? Ele é uma pessoa organizada? Tem um talento especial com animais?
-17. Há certas coisas que o personagem não pode fazer? Quais são suas limitações? Ele é terrível com o dinheiro? Ele é incapaz de prejudicar crianças? Será que ele tem um medo incapacitante de altura, ou acha quase impossível formar relacionamentos afetivos?
-18. O que o personagem odeia? Elfos, pessoas religiosas? Corporações? Pesquisas de personalidade? Ele mesmo?
-19. O que o personagem ama? Pode ser uma pessoa (como um amante, ou um membro de sua família); um ideal (justiça, liberdade, direitos meta-humanos); Um item (sua arma favorita); um lugar; ou mesmo ele mesmo?
-20. Qual é o nome do personagem? Nomes têm poder no Sexto Mundo. Qual era seu nome de nascimento? Ele gosta/usa ele, ou prefere ser chamado pelo seu "nome de rua"? Se ele tem um apelido ou "nome de guerra", ele o escolheu ou foi concedido por associados?
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2016.07.17 15:32 throwaway07810011 Amore Nostrum?

Boas, vou usar uma throwaway para isto por privacidade, obviamente...
Sou um solitário com 38 anos, emprego, alguns hobbies, alguns amigos e amigas, não sou nada de muito mau nem nada de muito bom.
A vida não é má mas é solitária, praticamente toda a gente à minha volta está casada ou numa relação, já tentei procurar alguém mas sem sucesso, as mulheres dispostas a falar com um desconhecido são raras e não há o conceito de "dating" aqui em Portugal.
Há algum tempo vi o anúncio de um agência matrimonial chamada "Amore Nostrum", por algumas centenas de euros prometem fazer uma "avaliação psicológica" e organizar um encontro com alguém escolhido a partir da base de dados deles.
Por um lado parece-me ser muito dinheiro para algo que nem sei se irá resultar, por outro lado, uma mulher inscrita nisto terá algum interesse em encontrar um parceiro, e as pessoas livres e interessadas são muito raras para encontrar por acaso.
Isto tudo para perguntar, alguém já interagiu com esta agência? Se sim, como correu?
submitted by throwaway07810011 to portugal [link] [comments]


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